domingo, 20 de abril de 2008

Última, será?

Última da noite.
Dama cansada, quer ir descansar.
Se deitar.
Tirar o sono dos deuses.
Em paz consigo mesma.

Segunda, 21 de abril - 00:19

Sorte!

É pegar, sentar, conversar e apreciar o que a vida tem a oferecer.
É fazer, é pegar, amassar, diluir e produzir.
Sempre!

Segunda, 21 de abril - 00:16.

Ainda chego lá...

Quero intensamente dizer o que sinto...
Quero poder experimentar o doce amargo de me ver.
Quero poder ganhar, escrevendo mais a mais numa curiosa
dança repentina de emoções e desejos insaciados.

Segunda, 21 de abril - 00:14

É...

Há muito não escrevo... as palavras se esconderam...
Será que as minhas sensações também?
Tenho receio de não as sentir mais...
Mas parecem que estão de volta?
Sim... estão!

As coisas tem cheiro de passado.
Mas vêem a tona como num relâmpago: rápido e brilhante.
Vem e acaba num segundo.
Flutua em pensamentos deixando impressões de outrora.
Um risco no ar, um nada agora.
Mas existiu, eu vi!
Está escrito!

Segunda, 21 de abril - 00:06

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Tem que agir... mas quando?

Esse alerta veio de Calu Monteiro, meu poeta mais concreto!
O duro é que falo, falo e cabo não dizendo nada!

Estou cansada de empurrar algumas coisas com a barriga.
Dá vontade de praticar futebol para poder chutar o pau da barraca.
Porque claro, se for chutar alguma coisa, tem que ser com categoria.
Será que eu vou demorar para aprender?
Tem toda uma técnica, né?
Mas penso que tem que cuidar do que se tem!!!
E se perder o que se tem também...
O que será que ando querendo perder?
Acho que a exatidão das coisas.
Mas se perder a exatidão, enlouqueço.
Quero sentir mais a exatidão de mim mesma.
Praticar a minha autenticidade de ser alguém que senti, que chora, que vê e ouve a si mesma.
Liberar o prazer, deixar a libido voar...
Uivar para a lua com todo o ser que quer sentir e viver paixões avassaladoras.
Quero me arrepiar de fato, quero enlouquecer dentro de uma insanidade viável.
Não quero me perder de mim e sim, me achar em meio a sensações, sentimentos e emoções.
Para tudo isso não tem técnica, tem vida!

23:43

domingo, 6 de abril de 2008

Conhecimento...

Quando se sabe que está confuso,
vem a impressão que está tudo perdido.
Certeza... incerta!!!

Mas cheguei a conclusão que tudo anda sem precisarmos ter certeza.
Certeza, de que?
De nada!


18:06

sexta-feira, 4 de abril de 2008

Soninho.

Sinto o olho fechar.
Sinto a mente abrir.
Vontade deliciosa de continuar a experimetnar algo que está dentro querendo sair...

De dentro, profundo.
De fora, referencial!
Que referências são estas?
Perspectivas que já cairam por terra, ou não...

Tudo é relativamente, relativo!

Nada mais nada menos que um sonho de onde não quero acordar.

Pureza.

Fechei o mês com gostinho de quero mais...
Mas já não quero, definitivamente!
O susto se deu novamente...
Desisti, completamente!
Não, eu tenho... você tem... deixemos pra lá!
Falemos de coisas singelas: amor puro sem referências socias, cor, raça... somente sexo... e cheiro, e palavras, e sentidos...

22:15
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