sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Desisto!

Nem toda palavra tem que ser escrita...
Mas ser sentida, ouvida e até ca-la-da.
Principalmente, se ela se recusa a desafiar o mundo com a sua aparência.
É isso, novamente, vem e vai... como que deixando esvaziar um espaço que se sentia vazio.
O que nos prova que se se deixou esvaziar,
não estava vazio mas sim, escondido.
Olha aí, de novo, as frestinhas se deixando desnudar...

Tudo correndo.

... cansei... vou dar uma volta!

Há dias...

... que as palavras foram dar um passeio e agora é que elas chegaram de mansinho e bateram na porta do meu coração só que elas ainda chegam de mansinho... será que ouviram o meu convite para o chá?

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Postagem sem título...


Meu Deus, por um segundo, as palavras sumiram!!!
Estamos como num começo de namoro...
Uma amiga me fez pensar: será que elas fumam?
Acho que não... então podem voltar... eu quero que voltem...
Só não quero palavras viciadas.

sábado, 23 de fevereiro de 2008

TE SINTO TÃO PERTO...

Não aguentei, meu amigo Calu sabe do que estou falando...

Esse foi um depoimento em forma de poema que escrevi para o Carlos em Dez/2005.
Há muito tempo... quando não pensava ser capaz de esboçar linhas poéticas...

Para você meu amigo irmão:

(...)
Amigo distante que sinto tão perto.
Sorriso criança, suave, sensível...
DIFÍCIL... mas fácil de se compreender.
Sei lá o que acontece comigo... acho que te AMO profundo!!!
Acho que me inspiro em você...
Acho que te tenho tão fundo, que minha alma não acha, ela tem certeza de ti.
Meu Deus, de onde vem tanta inspiração, sei lá nunca escrevi!!!
Sua memória deve se lembrar, sempre acho que não escrevo,
mas de que forma poderia me expressar para o meu poeta, humano
e amigo mais concreto...
Somente palavras que vem e que vão por entre meus sentimentos,
vão passando em meu coração sem pedir licença,
vão se trançando por entre as teclas e vão aparecendo diante de meus olhos
e quando olho, o que vejo?
De novo esse sorriso criança, suave, sensível...
A certeza me vem...
um alívio se instala bem no meio do meu peito, esse sim, é concreto!
Por saber e sentir o que de mais maravilhoso um amigo
pode lhe proporcionar... CARINHO!
Você me é bem carinho, não te troco, não te empresto e nem te vendo...

É isso... I love you Você!

CINEMA

Hoje eu acordei com saudades de MIM
e RESOLVI ENTENDER O QUE EU QUERIA DIZER PARA MIM MESMA.

"Tô sentindo que RENASCI MAIS UMA VEZ!

A respiração me chega mais profunda... e encantadora...
misteriosa... e cheia de prazer!


(...)
Roda a bobina e nela se enxerga um convite.

O click é quase inédito, deixando esvair o automático.
A película vai tomando cor e a imagem que era cheia de ruídos se faz muda.

E acabo que vou dormir,
cheia de aspirações pelo SIMPLES.

COPIAR E COLAR...

Também esse foi a "Leyser"
Rapidinho ela me disse e rapidinho EU OUVI!

OBRIGADA AMIGA AMADA.


(...)
A liberdade, finalmente toma conta de mim.
Tudo é muito claro e nebuloso, como se meus pensamentos vivessem a mercê de um aval que já está dado, mas que sempre foi recortado, copiado, colado e esquecido.

LEYSER...

Uma homenagem a Simon-Si...


(...)
É carnaval! Tudo lá fora é movimento. Segredos são ditos a todo momento.
Só que rimar não faz o meu tipo, a rima traduz o sofrimento do poeta,

por isso não me diverte.
Mas voltando ao movimento esse sim, é rápido... é “Leyser”.

BATERES...

O mais singelo de todos...

a lá: José Paulo Paes


(...)
Meu coração está só batendo numa porta com frestinhas que olho mas não vejo o que está lá escondidinho.

DIZERES...

(...)
Palavras traduzidas em língua desconhecida, nos causam receio.
Para não dizer medo, digo novo, inusitado, aquilo que acontece sem a gente esperar.
Fico sem chão, suspensa em idéias, paranóias, lembranças do que já foi traduzido em meio e fim.
Me disseram... eu não ouvi!


Eu ouvi sim, só não quis escutar!

PAUSA PARA UM DEPOIMENTO...

CALU, já te disse uma vez que você me é bem CARINHO...
por isso...

NÃO TE TROCO...

NÃO TE EMPRESTO...

E NEM TE VENDO!!!


Meu amado e querido Carlos...
Sabes que sempre admirei a sua escrita, não é?

Faço dessa admiração uma de minhas inspirações.

SIMPLES...

Sabe, está ficando tudo tão simples... na realidade, no imaginário...
É só SENTIR as coisas... antes tão trabalhoso...
sentir o que a vida tem a nos mostrar... sentir... simplesmente viver...

VIVER....................... SIMPLESMENTE!!!


SIMPLESMENTE... EU DE MIM MESMA!


(...)
Simples assim... colorido!
No meio da multidão encantada com o som, vindo não sei de onde.
Barulho... ruído!
Toque demasiado rápido, olhares entrelaçados e conversa ao pé do ouvido!
Simples assim...


... este simples dizer traduziu genuinamente, o que aconteceu de real...

UM REAL FANTÁSTICO!!!

LEDO ENGANO.

Uma imagem linda... Risonha... fez cair por terra a minha atual realidade...

TRISTE MAS AO MESMO TEMPO MUUUUUUUIIIIIIITOOOOOO FELIIIIIIIIIIIZ!!!!!!

(...)
? ou !?
Foi bom enquanto se esteve presente...
Mas que presente? De grego? Ou de papai noel?
Mas... se papai noel não existe... o presente já se fez passado! ou ?
Se não existiu... sim, estive presente, tenho certeza, era dezembro!
Se não me engano, foi vermelho, intenso...

MARÍTIMO...

Segue a sequência dos fatos.

Um estímulo, um perder o fôlego... este estímulo mais que suficiente para aflorar os pensamentos adormecidos até agora para o nunca mais...


(...)
Foi onda tirada, brincadeira, incidente, devaneio, loucura...
...o que será que se passa na cabeça do louco que quer ver tudo acontecer agora, já, nesse momento...
Nada? Tudo? Talvez? Todavia?
No entanto... o entretanto fica na espera de ver algo real acontecer, mesmo que dentro de um piscar de olhos capturados por máquinas de chover lágrimas.

PORTA ENTREABERTA...

Como num programa de índio... a gente nunca sabe o que fazer... o que dizer...
...meu primeiro programa de índio, foi horrível...

...como as palavras... piegas...

(...)
As flechas passam muito depressa em nossas vidas.
Deixando marcas devastadoras...
Qual é a surpresa? Nenhuma!
Passam e criam raízes profundas em nossos pensamentos...

não pedindo sequer licença, para sair.

LETRA

(...)
Agora elas aparecem e se traduzem em palavras.
De A a Z escrevo o que sinto sem pestanejar.
Vem de muito longe.
E olha... não sei de onde mas sei porquê.

EVOLUÇÃO!

A escrita nunca esteve presente em minha vida...

TOMANDO GOSTO PELA VIDA ESCRITA...


(...)
Palavras querem brotar, sair, fugir, gritar...
Mas ainda não sabem se querem voltar.
Por isso as escrevo... como que convidando-as para um chá.

SEM NEURAS...

... copiar e colar...

... desde que seja de mim mesma, está tudo certo!!!

UM PONTO... Tudo começou com o dia de hoje...

A vontade é muita...

Choveu lá fora hoje, choveu aqui dentro sempre...
Que engraçado... eu ia copiar e colar DE NOVO!!! rsrsrsrs...

E sabe que eu nem percebi?
Pois é menina...
VOCÊ, está crescendo cada vez mais, "tá" virando mulher!

"Tá" sabendo se virar, "tá" sabendo chorar...

E o que é mais importante:
"TÁ SABENDO OUVIR O QUE VOCÊ MESMA TEM A SE DIZER...


E isso É TUDO!!!

TUDO DE BOM!!!