domingo, 31 de agosto de 2008

Canseira.

Realmente estou cansada de um cara que fala, fala e não tem energia.
Tudo demora, perde-se um bocado de tempo.
Tudo se perde em determinado momento.
E vem os aplausos... que dê? De quem? Pra quê?
Só gostar de teatro, não basta!
Cansaaaaaaaa...

23:41

Acabar de verdade...

A vida passa tão depressa que às vezes não sabemos o que fazer primeiro.
Hoje eu ia arrumar meus livros mas resolvi ir ao teatro.
Ah, são coisas da vida.
Pois bem, minha arrumação ficou parada.
Mas a minha vida continua...

23:37

Hoje é dia de arrumação.

Sabe, até agora eu só enrolei...
Aqui está!
Momento presente, passado já se foi, futuro é AÇÃO!

19:10

No ar...

O cheiro me faz sentir bem estar...
Rosto limpo e cuidado com o corpo é resultado na mente.

19:08

Eu volto!

Como que num piscar de olhos tenho a impressão que passarei muito em breve por aqui.
Quem avisa amigo é!
By e até a vista!
Eu de mim mesma!

17:32

Sabores...

Os acontecimentos estão presos ao tempo e espaço.
Nossa realidade se disvirtua perante a realidade do outro.
Pois o que eu penso, nem sempre o outro pensa igual.
Tomo sorvete azul do céu pensando ser o mais gostoso do mundo.
- Para quem cara pálida? O de passas é melhor!!!
- Hãm?!?!?!!?
- Isso porque você não tomou o de pêssego.
- Concordo que esse era bom, mas já não existe mais... que pena...

17:30

Coragem.

Éééé... vamos lá!
Sentir nova vida, novo ânimo, novas atitudes.
Cuidar de si com cuidado e planejamento.
O racional aceita-se cada vez mais.
Fazer o quê, já diz o ditado:
"que não se pode deter, junta-se a ele"...
Cada vez mais junto de mim.

17:22

Acabou!

Acabou!
Acabou o mês.
Acabou o chocolate.
Acabou a insensibilidade.
Acabou...

17:19

Bom, bueno!

Gostinho de quero mais!
Acho que por isso que vem dois.
Um para satisfazer outro para se esbaldar.
Nossa, que loucura!

17:17

Ferramentas.

Sou poder.
Sou magnânima.
Sou formidável.
Sou e estou numa boa.
Carregando conhecimentos e prazeres novos.
Um delícia de viver.
Se sou rica?
Muito!

17:14

Pedra de gelo.

Dá uma canseira.
Já havia me acontecido isso.
Quando me canso, perco a paciência, me desmotivo, respiro menos.
Já passou.
As palavras me voltam novamente mas não aquelas que sumiram, não!
Somente aquelas que estão em minha mente e ponto.

17:11

Metamorfose

Faz frio aqui.
Minhas mãos estão geladas. Tudo sinto genuíno.
Parece que muita coisa é nova.
Nunca havia sentido antes.
A judança se instala em mim.
A minha transformação tem algo de... de... me fogem as palavras...
Tá vendo estou até sem palavras, pois não sei explicar, só sentir.

17:00

Mudança

O que está já não é!
Tudo gira apresentando várias faces.
Você a toma pela qual lhe é mais aprazível. Mas nem tudo que lhe apraz é o real ou ideal. Cabe-nos dissernir a nossa realidade da realidade do outro para aceitar tudo de novo que vem.

16:57

domingo, 17 de agosto de 2008

Evaporou.

Nem tudo deu pra fazer.
Fazer o quê?
Nada, agora é descansar e começar uma semana cheia de energia.
Tem muitas coisas a minha vista. Coisas que sumirão num instante.
Quer ver?
Sumiu!!!

23:27

Lavagem da alma.

Quarto bagunçado, cabeça bagunçada... já dizia uma amiga minha.
Tudo limpo, tudo organizado.
Cabeça organizada.
Coração calmo e mente quieta.
Corro como nunca corri.
Corro para sempre assim.

22:30

E mais postagens...

Se iguala os números de dias a quantidade de escritas.
Só eu sei a alegria que me dá, o prazer de ser senhora de mim.
As linhas se preenchem com dizeres inimterruptos.
Não querem parar, só querem adormecer tranquilos de que continuar é preciso.

11:44

Evolução.

O lastro de um cometa ilumina minha mente.
Fazendo-a livre para novas descobertas e sabedorias.


11:40

Fartura!

Raios de felicidade tomam conta de mim.
Tudo se esvai como água pela correnteza.
É o tempo que comanda tudo, senhor soberano dos aconteceres.
As certezas se escondem, sabendo que existem mesmo assim.

11:39

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Letra

A letra de meu nome é como se fosse um Raio passando em meio às estrelas. sedenta de luz, alimentadas de energias que sustentam a origem das coisas

00:09

Cor.

O balão vai subindo, subindo, esperançoso por aterrissar num vale verdinho com cheiro de eucalipto.

00:06

Turma 22...

O silêncio nos visitou, os olhos verteram água, as palavras se intensificaram contando coisas que só nós soubemos sentir.
Com maturidade a confiança se fez presente, de presente para nós embrulhado com um linnndo laço de fita.
Simplesmente, especial.
O momento jamais voltará mas ficou gravado na preciosa placa de ouro de nossas mentes.

23:12

Lamentável, meu caro...

Lamentar pra quê?
Doce convívio consigo mesmo.
Sem ter o que dizer, sem ter o que fazer.
O cheiro de sombra pairando no ar com variados devaneios, mesquinhos com medo de aparecer.
Se soltar...
A imagem da avenida cheia de carros com alguém a sua procura.
Com especial magia, o palpitar do coração se faz presente com a fragância do perfume marcando a tarde.

23:05

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Olhos nos olhos.

Deu uma vontade momentânea de arriscar tudo e deixar que pense o que quiser.
Olho no olho foi a linguagem usada mas não investida.
O corpo responde a mudanças que só eu sei.
A loucura é tanta que nem uma plavra e nem mais um olhar foi pronunciado.
Mas que foi bom, por um segundo, foi.

23:34

Um monte no castelo.

Nada me vem, tudo é útil.
Apago e escrevo num bazar de dúvidas.
Vende-se a preço de banana, nossa banana "tá cara"
Minhas dúvidas, me são caras.
Tê-las ou esquecê-las, eis a questão!

23:24

Colocação.

A razão me perturba. Tudo tem que ter um por quê, um com quem, um onde, um como...
Por quê, meu Deus do céu??? Com quem aprendi isso? Onde eu vou parar? como saber o pra quê de tudo isso?????????????????????????????????????????????????????


23:18

Opções.

Nada de novo, a não ser cada respiro, em cada instante.

23:14

Tempo/Espaço 2.

Tudo fica, tudo permanece, tudo passa, tudo voa.
Tudo é!
É isso aí.

23:13

Tempo/Espaço.

Hoje a vontade é muita... nossa... vontade incontrolada.
Paradoxo do comediante... há há há... Diderot?
Não... sou eu mesma, querendo aflorar minha sensilidade, coisa que Diderot desconhecia ou se não desconhecia, abominava. Será?
Tenho dúvidas... no tempo...
Só o tempo permanece.

23:10

Uma nova postagem.

Tudo está aqui dentro, como que sentado numa mesa de bar.
Na escuridão com uma bebida nas mãos, devaneios tranquilos, risos, gargalhadas, lágrimas cortadas por palavras amigas.
Presença.
Indiscutível.
Indiscritível.
Inconfundível.
Razão de ser mais eu.


23:09

Dia da consciência...

Sonho com momentos como este, sensação maravilhosa de liberdade.
Pesadelo de uma vida reprimida, de palavras não ditas e atitudes não tomadas.
Tudo normal. Tudo tranquilo. Tranquilo demais, normal demais.
Sinto que não é isso, é algo mais, muito mais.
Explosão de sentires. Sentir demasiada paixão. Arrepios, calafrios de uma vida a ser vivida com intensidade.

23:04

A número 1!

Ela não é brahma, nem vencedera de nenhum prêmio consagrado.
Ela é vencedora dela mesma, Rainha de si, Dona do próprio nariz.
Constante crescer, entre atos e desatos.
A número 1!

23:00

Dizeres...

Há muito não digo e não escrevo.
Extremesso a simples sensação de não mais me expressar.
Cada momento, cada gesto, cada instante faz parte de mim.
Cada partir e chegar faz parte de um todo envolto em sombras... olhares... sentires....
Óh, doces palavras, doces dizeres... simples dizeres!

22:57