quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Olhos nos olhos.

Deu uma vontade momentânea de arriscar tudo e deixar que pense o que quiser.
Olho no olho foi a linguagem usada mas não investida.
O corpo responde a mudanças que só eu sei.
A loucura é tanta que nem uma plavra e nem mais um olhar foi pronunciado.
Mas que foi bom, por um segundo, foi.

23:34

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