Nem toda palavra tem que ser escrita...
Mas ser sentida, ouvida e até ca-la-da.
Principalmente, se ela se recusa a desafiar o mundo com a sua aparência.
É isso, novamente, vem e vai... como que deixando esvaziar um espaço que se sentia vazio.
O que nos prova que se se deixou esvaziar,
não estava vazio mas sim, escondido.
Olha aí, de novo, as frestinhas se deixando desnudar...
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
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