O sono vem, o cansaço se instala no tapete da sala.
O braço dormente apoio a cabeça pendida em descobertas e sentires.
Tudo é macio.
O corpo se encaixa´perfeitamente aos fios aconchegantes.
Ruído!
Som!
Fim!
Recomeço!
O toque do violão faz retornar um tempo que jamais voltará.
Tudo é passado envolto em lembranças de conversas num bar.
A música insiste com suas notas.
Me vem a respiração mais forte.
Cada vez mais com vontade de despertar, de conhecer, de sentir e ser...
Ser capaz de traduzir em palavras doces.
Já dizia uma amiga parafraseando Caio Fernando Abreu: QUE SEJA DOCE!
00:20:33
terça-feira, 22 de julho de 2008
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