Como que em fuga, deixo passar os meus maiores desejos...
Por faço isso comigo mesma, para escapar de mim mesma.
Sou perigosa, não no sentido de maldosa, mas não sentido de realizar o que quero...
Pois quando quero, ninguém me segura, nem eu mesma.
Agora, sou perigosa comigo mesma!
Maldosa comigo mesma...
Deixo tudo pra última hora e depois me puno dolorosamente com pensamentos de culpa, sensações que só um mártir consegue suportar.
Óh, que vitimização toda é essa aí?
Ah quem eu quero impressionar?
A mim mesma?
Ó vida, ó céus!!!
Paremos por aqui, senão... pagarei um preço muito caro a mim mesma.
24/04/2012 - 16:07
terça-feira, 24 de abril de 2012
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