O medo invade devagarinho, como que não querendo ser percebido.
Sabe ele, que se fores surpreendido acabarás por ser desmascarado.
Sua fisionomia vem turva, sem forma.
Medo de gostar.
Medo de acabar.
Medo de viver.
Opa, medo de viver?
Não, pára com isso... desnude-se para que possas SENTIR!
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário